O estudo de caso desenvolvido pelo INSEAD sobre a Renova foi distinguido nos Ecch Case Awards, prémios que reconhecem a excelência mundial de case studies. "Avant-garde Marketing in a Commoditized Category", o case study que entrou em 2010 no plano curricular do MBA, competiu com trabalhos de universidades como Harvard Business School, Cambridge Judge Business School (IT) e Stanford.
O caso Renova foi distinguido na categoria Overall Winning, tendo sido preparado, durante um ano, por investigadores do INSEAD. O estudo analisa de forma exaustiva o percurso da Renova, que inova continuamente nos produtos, processos e metodologias de trabalho.
A estratégia de marketing irreverente ao longo de sucessivas campanhas de comunicação, assim como o posicionamento diferenciador dos produtos Renova foram identificados, na investigação, como fatores de crescimento de negócio e expansão da marca para novos mercados.
Fonte: Cunha Vaz & Associados
domingo, 1 de abril de 2012
Portuguesa ajuda a descobrir novas espécies na gruta mais profunda da Terra
Insectos primitivos sem asas e sem olhos foram encontrados a quase dois quilómetros de profundidade, na mais completa escuridão, na gruta mais funda do planeta, na Geórgia. A expedição, na qual participou a cientista portuguesa Sofia Reboleira, não esperava encontrar vida tantos metros abaixo do solo.
No Verão de 2010, uma expedição ibero-russa de 30 pessoas (CAVEX Team) esteve 30 dias no interior da gruta Krubera-Vorónia, na região da Abkhazia, no Norte da Geórgia e perto do Mar Negro, com os seus 2191 metros de profundidade.
Sofia Reboleira, investigadora do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, e o seu colega espanhol Alberto Sendra, do Museu Valenciano de História Natural, descobriram quatro novas espécies de colêmbolos, insectos primitivos sem asas e sem olhos, adaptados à vida subterrânea, na mais completa escuridão: Anurida stereoodorata, Deuteraphorura kruberaensis, Schaefferia profundisima e Plutomurus ortobalaganensis. Este último, encontrado a 1980 metros de profundidade, é o animal subterrâneo terrestre mais profundo até agora conhecido. Cada uma das espécies tem exemplares que medem entre um e quatro milímetros.
“Fomos surpreendidos por uma biodiversidade superior àquela que esperávamos a tão grandes profundidades. Não se conheciam animais cavernícolas a viver abaixo dos 1000 metros de profundidade”, diz a cientista ao PÚBLICO.
A gruta Krubera-Vorónia é a única no mundo que supera os dois quilómetros de profundidade. Apesar das várias expedições ao seu interior – entre as quais da CAVEX Team que a estuda há 10 anos – esta foi a primeira vez que se estudou a sua fauna.
Os animais encontrados estão adaptados para sobreviver em condições subterrâneas extremas, como a ausência total de luz e a pouca disponibilidade de alimentos. O zoólogo Enrique Baquero, da Universidade de Navarra, descreveu as espécies encontradas num artigo publicada na revista Terrestrial Arthropod Reviews. “Como resposta a estas condições, nenhum dos animais tem olhos e/ou pigmentação. Além disso, uma das espécies desenvolveu um quimioreceptor, uma espécie de antena parabólica química que lhe permite mover-se num local tão complicado”, disse o investigador citado num comunicado daquela universidade.
No Verão de 2010, uma expedição ibero-russa de 30 pessoas (CAVEX Team) esteve 30 dias no interior da gruta Krubera-Vorónia, na região da Abkhazia, no Norte da Geórgia e perto do Mar Negro, com os seus 2191 metros de profundidade.
Sofia Reboleira, investigadora do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, e o seu colega espanhol Alberto Sendra, do Museu Valenciano de História Natural, descobriram quatro novas espécies de colêmbolos, insectos primitivos sem asas e sem olhos, adaptados à vida subterrânea, na mais completa escuridão: Anurida stereoodorata, Deuteraphorura kruberaensis, Schaefferia profundisima e Plutomurus ortobalaganensis. Este último, encontrado a 1980 metros de profundidade, é o animal subterrâneo terrestre mais profundo até agora conhecido. Cada uma das espécies tem exemplares que medem entre um e quatro milímetros.
“Fomos surpreendidos por uma biodiversidade superior àquela que esperávamos a tão grandes profundidades. Não se conheciam animais cavernícolas a viver abaixo dos 1000 metros de profundidade”, diz a cientista ao PÚBLICO.
A gruta Krubera-Vorónia é a única no mundo que supera os dois quilómetros de profundidade. Apesar das várias expedições ao seu interior – entre as quais da CAVEX Team que a estuda há 10 anos – esta foi a primeira vez que se estudou a sua fauna.
Os animais encontrados estão adaptados para sobreviver em condições subterrâneas extremas, como a ausência total de luz e a pouca disponibilidade de alimentos. O zoólogo Enrique Baquero, da Universidade de Navarra, descreveu as espécies encontradas num artigo publicada na revista Terrestrial Arthropod Reviews. “Como resposta a estas condições, nenhum dos animais tem olhos e/ou pigmentação. Além disso, uma das espécies desenvolveu um quimioreceptor, uma espécie de antena parabólica química que lhe permite mover-se num local tão complicado”, disse o investigador citado num comunicado daquela universidade.
Novo rosto internacional da Guess é português
O modelo português Gonçalo Teixeira é o novo embaixador internacional da Guess. O modelo foi escolhido para representar a comunicação da marca em 2012, tendo sido incumbido de protagonizar a campanha global da marca para o segmento de relógios e acessórios. A Guess Watches lançou recentemente em Portugal a colecção de relógios Overdrive, para o público masculino.
Fonte: Meios & Publicidade
Fonte: Meios & Publicidade
quarta-feira, 28 de março de 2012
Ovos moles de Aveiro vão conhecer exportação
Os ovos moles de Aveiro podem ser ultracongelados por um período de quatro meses sem perder qualidades. A conclusão é de um estudo, desenvolvido pela Universidade de Aveiro (UA) a pedido da APOMA - Associação de Produtores de Ovos Moles.
De facto, fico provado que aquele doce conventual, feito à base de gema de ovo e certificado pela União Europeia com Indicação Geográfica Protegida (IGP), pode estender a sua validade dos actuais 15 dias para quatro meses, sem por isso alterar o seu sabor ou tornar-se prejudicial para a saúde. Nesse sentido, e como avança o Jornal de Notícias (JN), está a ser desenvolvida a tecnologia que permitirá a sua exportação.
Ainda que em 2011 tenham produzido 200 toneladas de doce, os 36 associados da APOMA têm estado circunscritos ao mercado interno. No entanto, a tecnologia que fará com que os ovos moles sejam ultracongelados com segurança e qualidade, poderá abrir portas a estes profissionais que, nos próximos meses, esperam incrementar as vendas e aumentar postos de trabalho.
De acordo com o mesmo meio, também os negócios indirectos, com fornecedores de ovos, por exemplo, beneficiarão desta estratégia, que contribuirá para o desenvolvimento económico de Aveiro. Esta é, aliás, a única região onde se pode produzir o doce certificado.
Ao JN José Francisco Silva, presidente da APOMA, afirmou: “Agora temos uma base científica credível que comprova que os ovos moles, ultracongelados a 40 graus negativos com um método rigoroso, aguentam pelo menos quatro meses e não perdem características.” A associação aguarda apenas o aval de Bruxelas.
Fonte: Marketeer
terça-feira, 27 de março de 2012
Revista criada por dois jovens portugueses é vendida nos quatro cantos do mundo
Dois jovens portugueses criaram há um ano uma revista online dedicada à moda masculina que hoje existe também em papel e é vendida em bancas nos quatro cantos do mundo. Filipe Fangueiro, de 26, jornalista, e Paulo Meixedo, 22 anos, designer de comunicação, são do Norte, mas foi em Lisboa que se conheceram e idealizaram, em Janeiro de 2011, a DSection Magazine, “porque não havia em Portugal nenhuma plataforma online que falasse de moda e tendência para homens”, contaram à Agência Lusa. Filipe já trabalhou para vários órgãos de comunicação social, sempre de forma precária, e Paulo estagiou na Zoot Magazine, uma revista de moda alemã sediada em Portugal. Hoje, dedicam-se ambos a 100% à DSection, que ganhou a forma de uma revista digital em Março do ano passado. Nessa altura, os textos eram todos escritos em português. Depois, “começou a haver gente a dizer que gostava muito do que púnhamos, da fotografia, mas não percebia o que escrevíamos. Como a Internet é um mundo, começámos a escrever em inglês e aí começámos a ter muito mais pessoas a seguirem-nos”, contaram.
Os e-mails que recebiam dos leitores a perguntar onde poderiam adquirir a revista em papel fizeram perceber “que havia um público a explorar”, tanto em Portugal, “sendo os primeiros a fazer uma revista de moda totalmente masculina”, como lá fora. A ideia começou a ganhar força e um encontro casual numa rua de Paris, França, em maio de 2011, deu-lhes fôlego. “Cruzámo-nos na rua com o Nicola Formichetti, diretor criativo da cantora Lady Gaga e da marca de moda Thierry Mugler. Reconhecemo-lo e fomos ter com ele, dissemos que gostávamos muito do trabalho dele, falámos no nosso portal. Ele viu-o e disse que queria ajudar-nos de alguma forma”, recordaram. Nesse instante decidiram que, se a revista passasse a existir em papel, Nicola Formichetti seria “a capa do primeiro número” e o “impulsionador” da publicação, “tanto em Portugal como no estrangeiro”.
E assim aconteceu: “Começámos a trabalhar num revista em papel com a ajuda dele e a direcção artística dele e isso ajudou a impulsionar-nos e a criarmos raízes no mercado estrangeiro”, explicaram. Em Setembro chegou às bancas o primeiro número, com uma periodicidade bimestral e uma tiragem de dez mil exemplares, divididos de igual forma nos países onde está à venda. Em Portugal, a revista está à venda apenas no Porto e em Lisboa. Lá fora, estão “em quatro continentes, apenas África fica de fora”. A revista pode ser comprada, entre outros, em Hong Kong (China), Londres, (Reino Unido), Milão (Itália), Madrid e Barcelona (Espanha), Paris, (França), Rio de Janeiro, (Brasil), Estocolmo (Suécia), Seul (Coreia do Sul), Nova Iorque e São Francisco (Estados Unidos), Tóquio (Japão) e Sidney (Austrália).
Filipe e Paulo admitem “que não foi fácil”, porque “é um projecto que demora a arrancar”. “Tivemos a sorte de termos alguns grandes nomes de início, o que nos impulsionou, porque determinados mercados da moda conhecem esses nomes e querem tê-los à venda nos seus países. Não foi fácil, mas conseguimos criar algum mercado lá fora e isso é o que nos interessa neste momento”, disseram. A revista é “totalmente feita em Portugal: impressa, desenhada e pensada”, depois o número total das revistas é exportado para Paris e “daí vai para todos os cantos do mundo”. O projecto foi lançado com “capitais pessoais”. Entretanto foram surgindo os contratos de publicidade. No início, tratavam os dois de tudo. Hoje, com colaboradores (jornalistas, fotógrafos, maquilhadores, ‘stylists’, manequins), a equipa ronda as 50 pessoas. “Não temos instalações fixas, pelo menos para já. Trabalhamos onde queremos”, referiram. Filipe e Paulo arriscaram: “Sonhar não custa e nós sonhámos e conseguimos criar algo de diferente e estamos a batalhar por isso”.
Fonte: Lusa
Os e-mails que recebiam dos leitores a perguntar onde poderiam adquirir a revista em papel fizeram perceber “que havia um público a explorar”, tanto em Portugal, “sendo os primeiros a fazer uma revista de moda totalmente masculina”, como lá fora. A ideia começou a ganhar força e um encontro casual numa rua de Paris, França, em maio de 2011, deu-lhes fôlego. “Cruzámo-nos na rua com o Nicola Formichetti, diretor criativo da cantora Lady Gaga e da marca de moda Thierry Mugler. Reconhecemo-lo e fomos ter com ele, dissemos que gostávamos muito do trabalho dele, falámos no nosso portal. Ele viu-o e disse que queria ajudar-nos de alguma forma”, recordaram. Nesse instante decidiram que, se a revista passasse a existir em papel, Nicola Formichetti seria “a capa do primeiro número” e o “impulsionador” da publicação, “tanto em Portugal como no estrangeiro”.
E assim aconteceu: “Começámos a trabalhar num revista em papel com a ajuda dele e a direcção artística dele e isso ajudou a impulsionar-nos e a criarmos raízes no mercado estrangeiro”, explicaram. Em Setembro chegou às bancas o primeiro número, com uma periodicidade bimestral e uma tiragem de dez mil exemplares, divididos de igual forma nos países onde está à venda. Em Portugal, a revista está à venda apenas no Porto e em Lisboa. Lá fora, estão “em quatro continentes, apenas África fica de fora”. A revista pode ser comprada, entre outros, em Hong Kong (China), Londres, (Reino Unido), Milão (Itália), Madrid e Barcelona (Espanha), Paris, (França), Rio de Janeiro, (Brasil), Estocolmo (Suécia), Seul (Coreia do Sul), Nova Iorque e São Francisco (Estados Unidos), Tóquio (Japão) e Sidney (Austrália).
Filipe e Paulo admitem “que não foi fácil”, porque “é um projecto que demora a arrancar”. “Tivemos a sorte de termos alguns grandes nomes de início, o que nos impulsionou, porque determinados mercados da moda conhecem esses nomes e querem tê-los à venda nos seus países. Não foi fácil, mas conseguimos criar algum mercado lá fora e isso é o que nos interessa neste momento”, disseram. A revista é “totalmente feita em Portugal: impressa, desenhada e pensada”, depois o número total das revistas é exportado para Paris e “daí vai para todos os cantos do mundo”. O projecto foi lançado com “capitais pessoais”. Entretanto foram surgindo os contratos de publicidade. No início, tratavam os dois de tudo. Hoje, com colaboradores (jornalistas, fotógrafos, maquilhadores, ‘stylists’, manequins), a equipa ronda as 50 pessoas. “Não temos instalações fixas, pelo menos para já. Trabalhamos onde queremos”, referiram. Filipe e Paulo arriscaram: “Sonhar não custa e nós sonhámos e conseguimos criar algo de diferente e estamos a batalhar por isso”.
Fonte: Lusa
Uma garrafa portuguesa de aguardente premiada com platina
O design da garrafa e da embalagem da aguardente Magistra, da Esporão, valeu ao Whitestudio o prémio de platina, na categoria packaging, no Graphis: 100 Best in Design 2012. O WhiteStudio é dirigido por Eduardo Aires. A garrafa, semelhante a um frasco de perfume, é apresentada numa caixa de cartão. Todos os anos a presença no anuário da Graphis é disputada por milhares de trabalhos, sendo que, da lista de 100 vencedores, apenas 10 são considerados platina.
Fonte: Meios & Publicidade
Fonte: Meios & Publicidade
Exportações para a China cresceram 67,9%
As exportações portuguesas para a China aumentaram 67,9 por cento em 2011, fazendo daquele país o mercado onde Portugal mais cresceu, anunciou hoje a Embaixada de Portugal em Pequim.
A Argélia foi o segundo mercado que mais cresceu (66,8 por cento), seguida do Japão (50 por cento) e Moçambique (44,4 por cento), indica um comunicado de imprensa da Embaixada, citando dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Em termos absolutos, Alemanha, Espanha, França e Angola foram os quatros mercados que mais cresceram, mas, nestes casos, os índices de crescimento não ultrapassaram os 22 por cento.
Pelas contas chinesas, as exportações portuguesas para a China aumentaram 54,11 por cento em 2011, para 1,16 mil milhões de dólares (883 milhões de euros).
A discrepância está relacionada com a venda de automóveis fabricados pela Autoeuropa, que só no último trimestre de 2011 começaram a ser diretamente exportados para a China, através do porto de Setúbal, explicou fonte diplomática.
Desde 2009, as exportações portuguesas para a China mais do que duplicaram, o que é atribuído ao "maior esforço português nas exportações e à maior abertura chinesa".
"Atingimos pela primeira vez a fasquia dos mil milhões de dólares e, neste momento, a China está entre os dez maiores parceiros de Portugal", realçou o embaixador português em Pequim, José Tadeu Soares, numa entrevista concedida o mês passado à agência Lusa.
Em 2009, a China era o 16º mercado de Portugal e em 2000 ocupava o 33º lugar.
Fonte: Expresso
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