A histórica Livraria Lello, situada no Porto, recebeu, ontem, 26 de
Junho, o Certificado de Excelência 2012 da TripAdvisor. Avaliada com
quatros estrelas e meia, numa escala de zero a cinco, a livraria têm
visto a sua fama crescer dentro e fora de Portugal.
Chegou ontem, por correio, a carta que trazia consigo um prémio muito
ambicionado nas áreas do turismo e da cultura, avança a Agência Lusa. No
certificado, assinado pelo presidente da TripAdvisor para os negócios,
pode ler-se que esta entidade tem “orgulho em certificar que a Livraria
Lello ganhou um lugar entre os melhores”.
De acordo com Antero Braga, um dos proprietários desta que é uma das
mais famosas livrarias portuguesas, ganhar um prémio destes traduz não
só um forte trabalho cultural, mas vem ajudar, também, a elevar o nome
do Porto e de Portugal. A distinção junta-se, assim, aos já vários
prémios conquistados nos últimos anos, comprovando a excelência
alcançada.
Descrita como a livraria mais bela do mundo pelo escritor espanhol
Enrique Vila-Matas, a Livraria Lello, localizada na Rua das Carmelitas,
próxima da Torre dos Clérigos, já integrou sugestões da imprensa inglesa
e de guias de viagens australianos, que a consideraram a terceira
melhor livraria de todo o globo.
A TripAdvisor é uma empresa norte-americana cujo site é considerado o
melhor do mundo a nível de sugestões de viagens. A sua ação passa por
tecer críticas e premiar os melhores locais de visita para turistas em
diversos países.
Fonte: Boas Notícias
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
R2 premiado com Ouro nos European Design Awards
O R2, estúdio de design de comunicação
criado por Lizá Ramalho e Artur Rebelo, com sede no Porto, foi
galardoado com o Gold Award dos European Design Awards 2012. Esta é a
segunda vez consecutiva que o estúdio conquista esta distinção. O design
da exposição intitulada “Eduardo Souto de Moura – Concursos 1979-2010”
foi o projecto premiado.
«É uma recompensa pela linha de trabalho
que definimos e que regularmente nos obriga a sair da nossa zona de
conforto», afirmou Artur Rebelo em nota enviada às redacções.
Fonte: Marketeer
domingo, 3 de junho de 2012
Repórter do New York Times encantado com Lisboa
O repórter do New York Times (NYT) aterrou em Lisboa apenas de
passagem de um dia, para fazer escala entre Nova Iorque e o seu destino
principal: Porto. Apesar de não ter grande vontade de permanecer 24
horas na capital portuguesa e de as primeiras horas não terem corrido
muito bem, Frank Bruni e o companheiro de viagem acabaram por se
encantar com Lisboa.
Cansados e a pensar num duche e numa sesta, o repórter e o companheiro de viagem chegaram a hotel onde não lhe foi permitido fazerem logo o check in. Decidiram deambular pelas ruas lisboetas, sem mapa e sem qualquer rota traçada, de modo a manterem-se acordados.
O Castelo de São Jorge chamou-lhes a atenção e caminharam na sua direção. Bruni chega mesmo a compará-lo com Parthenon, em Atenas, Grécia. Não traçaram uma rota e deixaram-se levar pela intuição até lá chegarem. “A beleza que encontrámos foi acidental: os mosaicos de pedro e branco com os quais muitas calçadas, praças e esplanadas são pavimentadas; os azulejos – amarelos, verdes, brancos – com que os edifícios são revestidos. Mosaicos como estes, eu já tinha visto noutro lado mas aqui têm domínio e capricho especial. Mas azulejos assim, usados desta forma, foram uma revelação. Era como se Lisboa usasse um conjunto de joias que outras cidades não se dão ao trabalho de usar”, escreve Frank no NYT.
O repórter refere ainda a cor dos telhados vermelhos e o azul do rio Tejo, deixando a promessa de voltar a Lisboa. Para além disso, Frank Bruni salienta ainda o facto de a capital portuguesa ter a mais-valia deixar os visitantes vaguearem por si, não apresentando uma extensa lista de monumentos e locais obrigatórios para visitar e fotografar, ao contrário de outras capitais europeias.
Fonte: New York Times e Visão
Cansados e a pensar num duche e numa sesta, o repórter e o companheiro de viagem chegaram a hotel onde não lhe foi permitido fazerem logo o check in. Decidiram deambular pelas ruas lisboetas, sem mapa e sem qualquer rota traçada, de modo a manterem-se acordados.
O Castelo de São Jorge chamou-lhes a atenção e caminharam na sua direção. Bruni chega mesmo a compará-lo com Parthenon, em Atenas, Grécia. Não traçaram uma rota e deixaram-se levar pela intuição até lá chegarem. “A beleza que encontrámos foi acidental: os mosaicos de pedro e branco com os quais muitas calçadas, praças e esplanadas são pavimentadas; os azulejos – amarelos, verdes, brancos – com que os edifícios são revestidos. Mosaicos como estes, eu já tinha visto noutro lado mas aqui têm domínio e capricho especial. Mas azulejos assim, usados desta forma, foram uma revelação. Era como se Lisboa usasse um conjunto de joias que outras cidades não se dão ao trabalho de usar”, escreve Frank no NYT.
O repórter refere ainda a cor dos telhados vermelhos e o azul do rio Tejo, deixando a promessa de voltar a Lisboa. Para além disso, Frank Bruni salienta ainda o facto de a capital portuguesa ter a mais-valia deixar os visitantes vaguearem por si, não apresentando uma extensa lista de monumentos e locais obrigatórios para visitar e fotografar, ao contrário de outras capitais europeias.
Fonte: New York Times e Visão
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